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::: Curso - Ciências Economicas |
O NOVO CURRÍCULO DO CURSO DE ECONOMIA
A
FACCEBA apesar de ter alcançado êxito ao longo de todos esses
anos de atuação lançando no mercado, profissionais de alto
preparo e qualidade em decorrência de sua organização
interna, de seu permanente processo de atualização e modernização
das normas e regulamentos, também fez de sua missão
institucional a persistência de sua ideologia político-profissional
na formação do homem e sustentação de valores humanos.
As
freqüentes mudanças das políticas econômicas internas e
externas frutos de mudanças do paradigma do mercado a uma
velocidade global tem provocado constantes choques entre o
aprendizado passado nas academias e a realidade de negócios
vividos extra-muro das universidades. É neste sentido que a
FACCEBA se empenha em buscar alternativas que requerem
permanentes reflexões e aperfeiçoamentos dos métodos e conteúdos
oferecidos aos graduandos.
Entretanto,
ao invés de simplesmente ajustar-se às novas diretrizes
curriculares do MEC, propõe-se uma mudança mais profunda que,
finalmente, crie para o curso uma identidade que o diferencie de
outros cursos de economia. Para tanto, sem prejuízo do
comprometimento com o estudo da realidade brasileira e de uma sólida
formação teórica, histórica e instrumental e com caráter
plural das ciências econômicas formadas por correntes do
pensamento e paradigmas diversos, o novo currículo deve propor
que o profissional egresso do Curso de Economia da FACCEBA
esteja, embora não exclusivamente, preparado para exercer sua
atividade como profissional liberal ou como empregado das
instituições públicas ou privado, na área de finanças.
A
reestruturação da matriz curricular do Curso de Ciências Econômicas
com ênfase em Finanças é uma tentativa de resposta para uma
questão que há muito preocupa os cursos de economia em geral,
e o da FACCEBA, em particular, devido à diminuição da demanda
pelo curso. Esse aspecto é realçado no documento da ANGE –
Associação Nacional de Graduação em Economia:
"Nos anos 90, a demanda pelos cursos de economia declinou em todo
mundo (...) Assim, é
chegada a hora de recuperar o que a economia enquanto ciência e
enquanto profissão tem de especifico, rico e útil
para a sociedade (...) Exatamente por isso as
novas Diretrizes permitem ao economista
encontrar seu lugar no mundo do trabalho, afirmando seu
diferencial enquanto profissional diante das outras profissões
concorrentes” (pág.6).
A
orientação da ANGE para os cursos de Economia é de que metade
da carga horária seja destinada para “o aprofundamento de
determinadas disciplinas” ou na “adoção de diferentes ênfases”.
Considerando
essas especificidades, propõe-se que o conjunto de disciplinas
dos conteúdos para a formação do economista corresponda a,
aproximadamente, 2\3 do currículo e 1\3 fica reservado para a
área ênfase (Finanças).
A
reformulação do currículo introduzindo novos conteúdos leva
o egresso a uma constante necessidade de pesquisar e de
identificar o que ainda não sabe. Mais do que isso, faz brotar
nele um sentimento de incompletude, um desejo de contribuição
humana, uma vontade de pautar-se pelo comportamento ético,
justo e com qualidade. É dentro deste espírito que a FACCEBA,
a Instituição do Ensino, tradicional na Bahia, em matéria do
curso de economia, que tem formado várias gerações de
economistas alguns dos quais, hoje, em destaque, no cenário político
e de negócios no país e quiçá internacional, ao longo de
mais de 50 anos de existência, vem honrando o seu nome e a missão
por que fora criada junto à sociedade baiana e soteropolitana.
Considerando a baixa demanda pelo curso de economia no país
devido à rigidez curricular imposta em termos de debates ideológicas
e filosóficas pelas entidades de classe e fóruns de docentes
da economia;
Considerando
as mudanças ocorridas no cenário econômico mundial em termos
de negócios e de perspectivas de que cada vez mais um
profissional de economia tem que ser versátil e polivalente
para responder as reais necessidades do mercado global;
Considerando
o Parecer do CNE-CES n. 67 de 2003, propondo a flexibilização
curricular e a liberdade de as IES elaborarem seus projetos
pedagógicos adequando-os às demandas sociais e do mercado
conferindo-lhes uma maior autonomia na definição de currículo
plenos dos seus cursos.
A
FACCEBA trabalha com a reformulação completa da matriz
curricular do curso de economia, respeitando a determinação da
Resolução do CNE-CES no que respeita a carga horária para o
Curso de Graduação em Ciências Econômicas.
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